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APARELHO MOTOR DA VIDA DE RELAÇÃO
O ESQUELETO
Referência:
http://www.bio.psu.edu/faculty/strauss/anatomy/skel/skeletal.htm
A
função mais importante do
esqueleto
é sustentar a totalidade do corpo
e
dar-lhe forma.
Torna possível a locomoção ao fornecer ao organismo material duro e
consistente, que sustenta os tecidos brandos contra a força da gravidade e
onde estão inseridos os músculos, que lhe permitem erguer-se do chão e
mover-se sobre sua superfície.
O
sistema ósseo
também protege os órgãos internos (cérebro,
pulmões, coração) dos traumatismos do exterior.
Osso: em todo osso longo, o corpo geralmente cilíndrico, recebe o nome de
diáfise, e os extremos, recebem o nome de epífise.
A diáfise é oca e seu interior é ocupado pela medula amarela.
Também na epífise há um grande número de cavidades formadas pelo
entrecruzamento dos delgados tabiques ósseos, os quais contém a medula
vermelha, formadora de glóbulos sangüíneos.
O periósteo é uma membrana muito tenaz e extremamente vascularizada que
envolve os ossos e permite que estes cresçam em espessura; esta membrana é
de grande importância pois, por meio de seus vasos sangüíneos, chegam às
células ósseas as substâncias
nutritivas.
O ESQUELETO : é composto por
ossos, ligamentos e tendões.
O
esqueleto humano é formado por 203 ou 204 ossos e se divide em cabeça,
tronco e membros.
Na face os ossos são: maxilares, zigomáticos, nasais, e a mandíbula, único
osso móvel da cabeça que serve para a mastigação. Em continuação do crânio
está a coluna vertebral que é formada pelas vértebras. As vértebras são uma
série de anéis colocados sobretudo de maneira que o orifício central de cada
uma corresponda com o do superior e o do inferior, de tal maneira que no
centro da coluna vertebral existe uma espécie de conduto, pelo qual passa a
medula espinal, órgão nervoso de fundamental importância. A articulação que
se interpõe entre uma vértebra e a vértebra seguinte permite a mobilidade de
toda a coluna vertebral, garantindo a esta a máxima resistência aos traumas.
Entre uma vértebra e outra existem os discos cartilaginosos que servem para
aumentar a elasticidade do conjunto e atenuar os efeitos de eventuais lições.
As vértebras são 33 e não são todas iguais; as inferiores tem maior tamanho
porque devem ser mais resistentes para realizar um trabalho maior. As
primeiras 7 (sete) vértebras se denominam cervicais; a primeira se chama
atlas e a segunda áxis. Em continuação das cervicais estão 12 vértebras
dorsais que continuam através das costelas e se unem ao esterno, fechando a
caixa torácica mediante as cartilagens costais, protegendo os órgãos
contidos no tórax: coração, pulmões, brônquios, esôfago e grandes vasos. A
coluna vertebral continua com as 5 vértebras lombares. A estas, seguem-se
outras 5 vértebras soldadas entre si, que formam o osso sacro e, por último,
as 4 ou 5 rudimentarias, quase sempre soldadas entre si, que tomam o nome de
cóccix ou osso caudal. Os ossos dos membros superiores começam com o ombro
formado pela cintura escapular, de forma triangular, plana, e pela clavícula
situada em frente da anterior, que é longa e curvada. A articulação do ombro
é bastante móvel, o que permite mover o braço em todas as direções; esta
articulação junto com a do quadril é uma das mais importantes no corpo
humano. O osso do braço é o úmero, longo e robusto; o antebraço é formado
pelos ossos: rádio e Ulna (cúbito). O rádio termina no cotovelo com a
articulação e o ulnam (cúbito) apresenta (em correspondência com o cotovelo)
um saliente que não permite ao antebraço pregar-se quando está distendido em
linha reta com o braço. Com os dois ossos do antebraço se articula na sua
parte inferior a mão, que é formada por uma série de 13 ossos pequenos: 8
são chamados ossos do carpo, são os que formam o punho; 5 denominados
metacarpos e que correspondem à superfície dorso-palmar da mão. Os dedos da
mão, estão formados pela primeira, segunda e terceira falanges (o polegar
tem só dois). Os membros inferiores estão unidos ao osso sacro por meio de
um sistema de ossos que são denominados cintura pélvica ou pélvis, que é
formada pela fusão de três ossos: íleo, ísquio e púbis. Com a pélvis se
articula o fêmur, osso do quadril que é o mais longo e mais robusto de todo
o corpo. Na sua parte inferior o fêmur se une à tíbia e ao Fíbula (perônio),
que são os dois ossos da perna. Esta união tem lugar na articulação do
joelho, do qual forma parte a Patela (rótula) e os meniscos (dois discos
cartilaginosos cuja rotura é muito freqüente em alguns esportistas).
Interpostos entre os côndilos femorais, a tíbia e o fíbula (perônio). Por
último, aos ossos da perna se articulam com os do pé: o calcâneo, o
astrágalo, os ossos metatarsos, os dos dedos que têm três falanges, exceto o
primeiro que tem duas.
O esqueleto constitui o arcabouço do
organismo e é formado pelos ossos. Além da função de sustento, tem aquela,
também, importantíssima, de permitir ao homem de se mover. Os ossos
constituem a parte passiva do aparelho locomotor: o seu movimento é devido à
contração e ao relaxamento dos músculos que neles se inserem. Sobre a forma
dos ossos têm influência a direção e a potência dos músculos.
Os ossos que formam o esqueleto do adulto são 203, excluindo os ossos
considerados "supranumerários" (que existem na cabeça) e os ossos "sesamóides"
(pequenos ossos acessórios que se acham na vizinhança das articulações,
geralmente imersos em um tecido fibroso). Cada osso do nosso corpo apresenta
uma forma característica que permite reconhecê-lo imediatamente, não
obstante as variações que possam existir de um indivíduo para outro. A forma
dos ossos não é casual mas devida a um complexo de razões. A primeira de
tais razões é a forma do seu esboço devido a causas hereditárias; intervêm
depois outras causas que influem sobre a forma de cada uma das suas porções:
o modo pelo qual dois ossos se põem em relação determina uma mudança das
duas superfícies de contacto, e os músculos e os tendões que neles se
inserem produzem modificações na superfície de implantação. Além disso, as
partes contíguas deixam sobre os ossos impressões, mesmo que sejam menos
duras do que ele, como, por exemplo, uma artéria ou um nervo; mesmo o
cérebro deixa uma impressão sobre os ossos que o encerram. |