FATORES DE RISCO NO TRABALHO

 

Acidente de trabalho: a vítima pode ser você!

 

Conceito de Ergonomia
É o estudo científico de adaptação dos instrumentos, condições e ambiente de trabalho ás capacidades psicofisiológicas, antropométricas e biomecânicas do homem.

A ERGONOMIA é uma ciência multídisciplinar com a base formada por várias outras ciências. A Antropometria e a Biomecânica fornecem as informações sobre as dimensões e os movimentos do corpo humano. A Anatomia e a Fisiologia Aplicada fornecem os dados sobre a estrutura e o funcionamento do corpo humano. A Psicologia, os parâmetros do comportamento humano. A Medicina do Trabalho, os dados de condições de trabalho que podem ser prejudiciais ao organismo humano. Da mesma forma, a Higiene industrial, a Física, a Estatística e outras ciências fornecem informações a serem utilizadas pela ERGONOMIA, de forma a possibilitar o conhecimento e o estudo completo do sistema homem-máquina-ambiente de trabalho, visando a uma melhor adequação do trabalho ao homem.

Adaptação dos instrumentos, condições e ambiente de trabalho às capacidades psicofisiológicas antropométricas e biomecânicas do homem, de forma a:

 

LER E DORT

Atualmente a doença mais notificada no trabalho é a L.E.R.(Lesões por Esforços Repetitivos, também conhecida como D.O.R.T.(Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) que são lesões ocorridas em ligamentos, músculos, tendões e em outros segmentos corporais relacionadas com o uso repetitivo de movimentos, posturas inadequadas e outros fatores como a força excessiva.
Atinge a capacidade motora dos membros superiores englobando um conjunto de doenças como: Tenossinovite (inflamação do tecido que reveste os tendões), Tendinite (inflamação nos tendões), Picondilite (inflamação das estruturas do cotovelo), Bursite (inflamação nas articulações dos ombros), Miosites (inflamação dos músculos), Síndrome Cervicobraquial (compressão dos nervos da coluna cervical), entre outros.
A LER e a DORT, são a segunda maior causa de afastamento de trabalho no Brasil. Nos últimos cinco anos, foram 532.434 afastamentos, sem contar os casos que ainda estão na justiça (Folha SP,1999).
Esse aumento é causado pelo crescimento da informática e da automação onde o trabalho é cada vez mais especializado, tornando o trabalhador um prestador de serviço de uma atividade limitada e repetitiva.
Como meio de intervir no andamento do trabalho e implantar períodos de pausas, a GINÁSTICA LABORAL surge como uma atividade auxiliadora e essencial, oferecida as empresas e aos trabalhadores, na forma de prevenção a doenças como a LER e DORT, tendo como objetivo reduzir a tensão muscular, melhorar a circulação, reduzir a ansiedade, o estresse e a fadiga, melhorando a prontidão mental e facilitando o trabalho.

Tipos de Ginástica Laboral:
Ginástica Preparatória (no início do expediente);
Ginástica Compensatória (durante o expediente) e
Ginástica de Relaxamento (no final do expediente).
*Categorias profissionais que encabeçam a DORT:bancários, operadores de linha de montagem, operadores de telemarketing, digitadores, jornalistas e secretárias.
Fonte: Instituto Nacional de Prevenção ás LER/DORT

 

 

 

Biossegurança

 

A biossegurança é uma ciência que surgiu para controlar e diminuir os riscos quando se praticam diferentes tecnologias, tanto aquelas desenvolvidas em laboratórios , ambulatórios como as que envolvem o meio ambiente.

Em vários países do mundo, a biossegurança é regulada por um conjunto de leis que ditam e orientam como devem ser conduzidas as pesquisas tecnológicas

 

Biossegurança no Brasil está formatada legalmente para os processos envolvendo organismos geneticamente modificados, de acordo com a Lei de Biossegurança - N. 8974 de 05 de Janeiro de 1995.

O foco de atenção dessa Lei são os riscos relativos as técnicas de manipulação de organismos geneticamente modificados. O órgão regulador dessa Lei é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), integrada por profissionais de diversos ministérios e indústrias biotecnológicas. Exemplo típico de discussão legal da biossegurança são os alimentos transgênicos, produtos da engenharia genética.

Por outro lado, a palavra biossegurança, também aparece em ambientes onde a moderna biotecnologia não está presente, como, indústrias, hospitais, laboratórios de saúde pública, laboratórios de análises clínicas, hemocentros, universidades, etc., no sentido da prevenção dos riscos gerados pelos agentes químicos, físicos e ergonômicos, envolvidos em processos onde o risco biológico se faz presente ou não. Esta é a vertente da biossegurança, que na realidade, confunde-se com a engenharia de segurança, a medicina do trabalho, a saúde do trabalhador, a higiene industrial, a engenharia clínica e a infecção hospitalar (Costa & Costa, 2002; Costa, 1999; 1998)

 

HIGIENE DO TRABALHO

 
 

HIGIENE DO TRABALHO - A Higiene do Trabalho refere-se a um conjunto de normas e procedimentos que visa a protecção e a integridade física e mental do trabalhador, preservando-a dos riscos de saúde inerentes ás tarefas do cargo e ao ambiente físico onde são executados. Dentro deste espirito, e não afastando a colaboração entre a área de higiene e segurança e a de saúde ocupacional (medicina do trabalho), no local de trabalho, são garantidas pelos técnicos de higiene, segurança as seguintes actividades:

Auditorias de higiene e segurança, realizando levantamentos das situações de risco inerentes à actividade e as respectivas medidas de prevenção relativas aos locais de trabalho / instalações, equipamentos e processos de trabalho.

Elaboração de planos de prevenção e protecção.

Recolha, organização e tratamento estatístico de elementos relativos à segurança e saúde na empresa.

Coordenação e avaliação de alterações e recomendações sobre o controlo de riscos e observância de normas e medidas de prevenção no local de trabalho.


O desenvolvimento tecnológico da humanidade, além de trazer enormes benefícios e conforto para o homem do século XX, tem exposto o trabalhador a diversos agentes potencialmente nocivos e que, sob certas condições, poderão provocar doenças ou desajustes no organismo das pessoas que desenvolvem suas atividades normais em variados locais de trabalho.

A Higiene do Trabalho, estruturada como uma ciência prevencionista, vem sendo aperfeiçoada dia a dia e tem como objetivo fundamental atuar no ambiente de trabalho, a fim de detectar o tipo de agente prejudicial, quantificar sua intensidade ou concentração e tomar as medidas de controle necessárias para resguardar a saúde e o conforto dos trabalhadores durante toda sua vida de trabalho.

A Associação Norte-Americana de Higienistas Industriais define deste modo esta ciência:

A Higiene Industrial é uma ciência e uma arte, que tem por objetivo. o reconhecimento, avaliação e o controle daqueles fatores ambientais ou tensões, originadas nos locais de trabalho, que podem provocar doenças, prejuízos à saúde ou bem-estar, desconforto significativo e ineficiência nos trabalhadores ou entre as pessoas da comunidade.

Da definição de Higiene e seus objetivos, fica claramente estabelecido que seus princípios e metodologia de atuação são aplicáveis a qualquer forma de atividade humana, em que possam estar presentes diversos fatores causadores de doenças profissionais. Por esses motivos vamos dar uma denominação mais ampla à esta ciência, falando de "Higiene do Trabalho", sendo esta denominação a utilizada no Brasil.

CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS

A maioria dos processos pelos quais o homem modifica os materiais extraídos da natureza, para transforma-los em produtos segundo as necessidades tecnológicas atuais, capazes de dispensar no ambiente dos locais de trabalho substâncias que, ao entrarem em contato com o organismo dos trabalhadores, podem acarretar moléstias ou danos a sua saúde.

Assim, também estes processos poderão originar condições físicas de intensidade inadequada para o organismo humano, sendo que ambos os tipos de riscos (físicos e químicos) são geralmente de caracter acumulativo e chegam, as vezes, a produzir graves danos aos trabalhadores.

Para facilitar o estudo dos riscos ambientais, podemos classifica-los em três grupos:

a) riscos químicos;
b) riscos físicos ;
c) riscos biológicos

Por sua vez, cada um destes grupos subdivide-se de acordo com as conseqüências fisiológicas que podem provocar, quer em função das características físico-químicas dos agentes, quer segundo sua ação sobre o organismo, etc.

a) Riscos químicos

As substancias ou produtos químicos que podem contaminar um ambiente de trabalho classificam-se, segundo as suas características físico-químicas, em:

1 - Aerodispersoides;
2 - gases e vapores.

Ambos comportam-se de maneira diferente, tanto no que diz respeito ao período de permanência no ar, quanto às possibilidades de ingresso no organismo.

Por sua vez, ao Aerodispersoides podem ser sólidos ou líquidos, atendendo ao seguinte esquema geral de classificação: sólidos em pós e fumos e os líquidos em névoas e neblinas.

Os Aerodispersoides sólidos e líquidos são classificados em relação ao tamanho da partícula e a sua forma de origem.

São poeiras e névoas os Aerodispersoides originados por ruptura mecânica de so1idos e líquidos, respectivamente; e são fumos e neblinas aqueles formados por condensação ou oxidação de vapores, provenientes respectivamente, de substancias solidas ou líquidos a temperatura e pressão normais (25o C e 1 atmosfera de pressão).

b) Riscos físicos

Ordinariamente, os riscos físicos representam um intercâmbio brusco de energia entre o organismo e o ambiente, em quantidade superior àquela que o organismo é capaz de suportar, podendo acarretar uma doença profissional.

Entre os mais importantes podemos citar:
 

c) Riscos biológicos

Neste ultimo grupo estão classificados os riscos que representam os organismos vivos, tais como:
 

De tudo quanto se tem exposto. podemos concluir que a presença de agentes agressivos nos locais de trabalho representa um risco, mas isto não quer dizer que os trabalhadores expostos venham a contrair alguma doença.

Para que isto aconteça, devem concorrer vários fatores, que são:
 

Quanto maior o tempo de exposição, maiores serão as possibilidades de se produzir uma doença do trabalho.
 

Quanto maior a concentração ou intensidade dos agentes agressivos presentes no ambiente de trabalho, tanto maior a possibilidade de danos à saúde dos trabalhadores exposto:
 

As características específicas de cada agente também contribuem para a definição de seu potencial de agressividade.

O estudo do ambiente de trabalho, visando estabelecer relação entre esse ambiente e possíveis danos à saúde dos trabalhadores que devem efetuar seus serviços normais nesses locais, constituí o que chamamos de um levantamento de condições ambientais de trabalho.

O levantamento pode dividir-se em duas partes:
 

  1. estudo qualitativo;

  2. estudo quantitativo.

O estudo qualitativo das condições de trabalho visa coletar o maior numero possível de informações e dados necessários, a fim de fixar as diretrizes a serem seguidas no levantamento quantitativo.

O estudo quantitativo completará o reconhecimento preliminar dos ambientes de trabalho, através de medições adequadas que nos dirão no final quais são as possibilidades de os trabalhadores serem afetados pelos diferentes agentes agressivos presentes nos locais de trabalho,

1 - Levantamento qualitativo

Normas gerais de procedimento

Deve-se iniciar o reconhecimento qualitativo do ambiente de trabalho com um estudo minucioso de uma planta atualizada do local, assim como de um fluxograma dos processos a fim de estabelecer a forma correta de proceder o levantamento: saber o que fazer e como fazer nos diferentes locais de trabalho.

O estudo qualitativo deve dar informação detalhada de aspectos como:
 

existência ou não de equipamentos de controle, tais como: ventilação local, estado em que se encontram os equipamentos, etc.;
 

Essas informações devem ser acrescidas de comentários escrito, que permitem esclarecer a situação real do ambiente de trabalho.

A empresa deve assessorar-se de um elemento técnico que esteja familiarizado com os processos industriais, métodos de trabalho e demais atividades que são efetuadas normalmente no local, a fim de obter dados fidedignos e esclarecer as duvidas que possam surgir durante o levantamento.

Para maior facilidade na coleta da informação podem ser utilizadas fichas padronizadas, que tenham condições de reunir as informações mais importantes e necessárias.

Não existe um modelo único para fichas desse tipo, já que seu formato e tamanho, bem como os itens constantes das mesmas podem variar em função do tipo de empresa e dos objetivos e finalidades do levantamento. Portanto, o engenheiro de segurança deve elaborar seu próprio material auxiliar cuidando para que tais formulários sejam simples e completos, a fim de que representem um poderoso instrumento que venha a facilitar o levantamento e nunca interferir negativamente em sua qualidade.

2 - Levantamento quantitativo

Uma vez realizado o levantamento qualitativo, já reunimos as condições necessárias para traçar os rumos a serem seguidos no levantamento quantitativo. Este por sua vez, deve ser minucioso e completo, para que represente as condições reais em que se encontra o ambiente de trabalho.

Deve-se, portanto verificar a intensidade ou concentração dos agentes físicos e químicos existentes no local analisado. Dessa forma, são colhidos subsídios para definir as medidas de controle necessárias.

Uma vez adotadas as medidas de controle que alteram as condições de exposição inicialmente avaliadas, será necessário um novo levantamento quantitativo, para se verificar a eficácia das medidas implantadas.

Periodicamente, deverão ser rea1izada novas quantificações, a fim de detectar possíveis alterações, que exijam a adoção de novas medidas de controle ou a adequação das já existentes.

Os critérios de avaliação e controle de cada agente serão estudados dentro dos itens específicos.

3 - Suscetibilidade individual

A complexidade do organismo humano implica em que a resposta do organismo a um determinado agente pode variar de indivíduo para indivíduo, Portanto, a suscetibilidade individual é um fator importante a ser considerado.

Todos estes fatores devem ser estudados quando se apresenta um risco potencial de doença do trabalho e, na medida em que este seja claramente estabelecido, podendo planejar a implementação de medidas de controle, que levarão à eliminação ou à minimização do risco em estudo.

O tempo real de exposição será determinado considerando-se a análise da tarefa desenvolvida pelo trabalhador. Essa análise deve incluir estudos, tais como:
 

período de trabalho e descanso, considerando todas as suas possíveis variações durante a jornada de trabalho

A concentração dos poluentes químicos ou a intensidade dos agentes físicos devem ser avaliadas, mediante amostragem nos locais de trabalho, de naneira tal que essas amostragens sejam o mais representativas possível da exposição real do trabalhador a esses agentes agressivos. Este estudo deve considerar também as características físico-químicas dos contaminantes e as características próprias que distinguem o tipo de risco físico.

Junto a este estudo ambiental terá de ser feito o estudo médico do trabalhador exposto, a fim de determinar possíveis alterações no seu organismo, provocadas pelos agentes agressivos, que permitirão a instalação de danos mais importantes, se a exposição continuar.

Podemos concluir, então. que a Higiene do Trabalho é uma ciência multidisciplinar, que tem por objetivo fundamental a preservação da saúde do trabalhador, o patrimônio mais importante.

Nos itens que se seguem faremos um estudo mais aprofundado dos riscos ambientais, assim como das técnicas empregadas pela Higiene do Trabalho necessárias para atingir o seu objetivo.

Citaremos, também, as Normas Regu1amentadoras relacionadas aos quesitos legais, que garantem a todo trabalhador brasileiro o direito de preservar a sua saúde no trabalho.

 

MANUAL DE BIOSSEGURANÇA 2000

 

Conteúdo

 

6. AGENTES QUÍMICOS

Os agentes químicos não apresentam todos a mesma capacidade para a destruição dos microrganismos de interesse médico, que incluem bactérias na forma vegetativa, vírus lipofílicos e hidrofílicos, fungos, Mycobacterium tuberculosis e esporos bacterianos. Conforme a gama de microrganismos que podem ser destruidos pelos agentes químicos, o processo é designado:

6.1 - ESCOLHA DO AGENTE QUÍMICO

O agente químico deve ser escolhido conforme: 

Rótulos e instruções 

Os rótulos e instruções de uso deverão estar assim apresentados e conter as seguintes informações: 

O agente químico ideal deve: 

Eficiência

Para que se consiga o melhor desempenho de um agente químico, é necessário respeitar: 

Aplicações

Cuidados

6.2 - ESTERILIZANTES QUÍMICOS

Entre os agentes químicos esterilizantes estão os aldeídos (glutaraldeído e formaldeído) e o óxido de etileno. Este último não está disponível nesta Faculdade.

GLUTARALDEÍDO

É um dialdeído, que pode se apresentar pronto para o uso. Em pH ácido, necessita ativação pelo bicarbonato de sódio, para exibir atividade esterilizante. O glutaraldeído ativado sofre polimerização em pH alcalino, inativando-se após 14 dias, quando seu pH for 8,5, ou após 28 dias, em pH 7,5.

Classificação

Esterilizante (8 a 10 horas) Desinfetante de alto nível (30 minutos)

Indicações

Esterilização de artigos críticos e semi-críticos termo-sensíveis; desinfecção de alto nível e descontaminação.

Vantagens

Desvantagens

Obs.: Apesar do formaldeído ser também um agente esterilizante, seus vapores irritantes, odor desagradável e comprovado potencial carcinogênico, não o recomendam, devendo, portanto, ser evitado.

6.3 - ETAPAS DA ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA

6.4 - DESVANTAGENS DA ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA

6.5 - DESINFETANTES DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO

Os desinfetantes de nível intermediário utilizados na Faculdade de Odontologia de Bauru são o hipoclorito de sódio a 1%, os fenóis sintéticos e o álcool 77% (v/v) ou 70% (p/v).

HIPOCLORITO DE SÓDIO A 1% ESTABILIZADO COM CLORETO DE SÓDIO

Indicações

Desinfecção de instrumentos semi-críticos, superfícies, moldes, roupas e água.

Vantagens

Desvantagens

Diluições do hipoclorito de sódio

Aplicações das diluições

Cuidados com a solução

Obs.-O Ministério da Saúde contra-indica o uso da água sanitária para a desinfecção de materiais, pois sua concentração NÃO atende às diversas exigências de formulação para os desinfetantes hospitalares (SSSP/1993).

FENÓIS SINTÉTICOS

Indicações 

Vantagens

Desvantagens

Preparo diário. Podem atacar vidros e plástico com a exposição prolongada. Irritantes para a pele e para os olhos.

Cuidados

Obs.- Quando utilizados na desinfecção de superfícies, por não serem voláteis, os fenóis sintéticos se depositam, devendo ser removidos com pano úmido, pois, ao reagir com a umidade, passam a exercer ação antimicrobiana residual.

ÁLCOOL 77% V/V OU 70% P/V

Indicações

Vantagens

Desvantagens

Preparo

O preparo do álcool 77% (v/v) será feito na Disciplina de Microbiologia. Entregar 1 litro de álcool comercial na sala de esterilização nas segundas e terças-feiras pela manhã e retirar nas sextas-feiras pela manhã, com o sr. Osni.

Obs.: É fundamental observar a concentração do álcool. A presença da água favorece a penetração do álcool nos microrganismos e contribui para sua menor evaporação.