• Órteses

     

     
       
    Órtese longa em fibra de carbono: órtese indicada para paciente portador de paralisia dos membros inferiores. De tecnologia avançada, esta órtese é muito mais leve que as tradicionais, permitindo maior conforto e melhor condição para a deambulação. Acoplada a goteira de polipropileno ou sapatilha articulada. Materiais: fibra de carbono, aço inox, espuma, courvin velcro.

    Órtese longa com cinto pélvico: para a deambulação e ortostatismo de pacientes com paralisia nos membros inferiores. Cinto pélvico rígido ou semi-rígido. Os movimentos dos quadris, joelhos e tornozelos podem ser livres, limitados ou bloqueados. Pode ser prescrita com goteiras ou sapatilhas de polipropileno acopladas, permitindo o uso com tênis ou calçados. Materiais: duralumínio, aço inox, couro e velcro.

     

    Órtese longa unilateral com cinto pélvico / órtese curta de polipropileno: também indicada em paralisias dos membros inferiores. Articulação do joelho com bloqueio em anel. A articulação do tornozelo pode ser prescrita com diferentes bloqueios: anti-eqüino, anti-calcâneo, 85º-90º, livre ou fixo. Materiais: duralumínio, aço inox, courvin, velcro e polipropileno.

     

    Órtese longa com apoio isquiático acoplada à goteira em polipropileno: indicada quando o paciente controla o quadril mas não controla o joelho. Materiais: duralumínio, aço inox, courvin, velcro e polipropileno.

     

    Órtese longa em polipropileno com apoio isquiático: mesma indicação da anterior. Pode ser utilizada sob a roupa com ótimo efeito estético. Joelho com bloqueio suíço, que é destravado quando tocado pelo assento da cadeira. Pode ser utilizada com calçados comuns ou tênis. Materiais: polipropileno ou polylite, duralumínio, aço inox e velcro.
    Órtese de receprocação R.G.O. (reciprocating gait orthosis): indicada para pacientes com paralisia nos menbros inferiores (mielomeningocele, poliomelite, lesão muscular...). Dotada de um mecanismo de reciprocação nas articulações dos quadris, à medida que o paciente estende um quadril, o quadril contralateral automaticamente entra em flexão, através do mecanismo de reciprocação. Tal mecanismo é composto de duas articulações especiais, acopladas através de dois cabos de aço, que passam atrás do cinto pélvico. Com o uso desta órtese, a qualidade de marcha é melhor, com menor gasto energético e maior velocidade. Materiais: duralumínio, aço inox, courvin, cabos, polipropileno e velcro.
    Mola de codivilla: indicada em paralisia do músculo tibial anterior ("pé-caído"). Este novo modelo, acoplado à palmilha ou sapatilha permite o uso com calçados. Materiais: aço, polipropileno, courvin e velcro.
    Scottish-Rite (atlanta brace): órtese mais utilizada para tratamento da doença de Legg-Perthes. Permite movimentos da articulação do quadril em flexão e abdução, mantendo a cabeça femural centrada. Também utilizada para a manuntenção dos quadris na posição de abdução: no pós-operatório de cirurgia dos quadris e como órtese de abdução noturna. Contra-indicada nos casos de contratura muscular. Materiais: duraluminio, courvin, aço e velcro.

     

    Órtese trilateral: utilizada no tratamento da doença de Legg-Parthes. Órtese de descarga isquiática, diminui a carga na articulação do quadril durante a deambulação, e mantendo-o em abdução. Necessita compensação contralateral. Materiais: polipropileno, aço, courvin e velcro.
    Órtese policêntrica para joelho: para pacientes portadores de lesão ligamwentar do joelho, sob tratamento conservador ou na convalescença pós-cirúrgica. Permite mobilidade ativa com restrição graduável nos graus de extensão e restrição completa das rotações. Materiais: duralumínio, polipropileno, aço inox e velcro.
    Dennis-Brown: permite mantes os membros inferiores em rotação externa. Indicada para uso noturno. Materiais: duralumínio.
    Suspensório de Pavlik: indicado para o tratamento da luxação congênita do quadril do recém-nascido até o 6º mês de idade. O correto ajuste nas tiras permite limitar os graus de movimento dos quadris, mantendo-os em flexão-abdução, permitindo movimentos do bebê. Facilita a higiene corporal. Materiais: tiras de lona e velcro.

     

    Órtese de sarmiento para fratura do úmero: utilizada no tratamento das fraturas diafisárias do úmero, permitindo completa mobilidade nas articulações do ombro e do cotovelo. Pode ser prescrita também no pós-operat-orio de cirurgias do úmero. Facilita a higiene corporal e tem peso reduzido. Materiais: polipropileno ou ezeform e velcro.
    Adaptações: estas adaptações são projetadas e confeccionadas para o auxílio do paciente em atividades da vida diária, como por exemplo, alimentação, escrita, higiene etc. As adaptações visam facilitar a independência do paciente nessas atividades. Outros diferentes modelos podem ser desenhados e confeccionadaos de acordo com as necessidades de cada paciente. Materiais: ezeform.
    Órteses para membros superiores - órteses estáticas (de posicionamento e funcionais): utilizadas em inúmeras patologias, podem imobilizar uma ou mais articulações e/ou facilitar a função manual. Materiais: ezeform, duralumínio e velcro.
    Órteses para membros superiores - órteses dinâmicas: indicadas para pacientes portadores de paralisia periférica da mão. Permitem movimentos ativos da musculatura funcionante e, através dos elásticos, movimentação passiva da musculatura paralisada. Pode ser utilizada no pós-operatório de cirurgia da mão. Materiais: ezeform, duralumínio, courvin, velcro e elástico.
    Leito em polipropileno: usado em bebês e crianças com paralisia dos membros inferiores para controle e prevenção das atitudes viciosas das articulações dos quadris, joelhos, tornozelos e pés. Confecção após molde gessado. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Goteiras para joelho com cursor graduável: indicada para crianças portadoras de genu valgo ou varo importantes, para controle da deformidade. O cursor promove varização ou valgização da órtese, de acordo com a prescrição. Uso noturno. Confecção após molde gessado. Materiais: polipropileno, aço e velcro.
    Órtese de sarmiento para fratura da tíbia: para tratamento das fraturas diafisárias dos ossos da perna e em certas fraturas do tornozelo. Também pode ser utilizada no pós-operatório de cirurgias da tíbia e do tornozelo. Permite a imobilização completa do segmento acometido com plena mobilidade da articulação do joelho. O tornozelo pode ser rígido ou articulado, conforme solicitação. Confecção após molde gessado. Materiais: polipropileno,aço inox, espuma e velcro.
    Goteira em polipropileno: utilizada para imobilização do tornozelo e pé. Confeccionada após molde gessado, permite bom posicionamento articular. O modelo suropodálico pode substituir a órtese curta para deambulação. Também usada para prevenção de deformidades e imobilização pós-operatória. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Órtese articulada para tornozelo: estabiliza o tornozelo lateral e medialmente, bloqueando a flexão plantar. Pode ser também fabricada sem bloqueio, com flexão plantar e dorsal livres. Materiais: polipropileno e velcro.
    Órtese supra-maleolar: confeccionada sob molde,utilizando plástico termomoldável, esta órtese é indicada quando não existe deformidade estruturada em valgo ou varo do retropé. Materiais: polipropileno e espuma.
    Órtese de reação ao solo: fabricada em polipropileno, permite a flexão plantar e bloqueia a flexão dorsal do tornozelo em 90º. Biomecanicamente tem a função de, ao bloquear a flexão dorsal, impedir o avanço anterior da tíbia na fase de apoio inicial do pé, forçando a extensão do joelho. Esta órtese é prescrita para evitar a flexão exagerada dos joelhos nos pacientes em paralisia cerebral (chamada marcha agachada ou "crouch"). Materiais: polipropileno, courvin e velcro.
    Goteira de lona: confeccionada sob medida ou nos tamanhos pequeno, médio e grande. Utilizada para imobilizar joelhos em extensão: a) no pós-operatório imediato de cirurgia do joelho; b) com o uso noturno também para manter a extensão; c)como auxílio na estabilização dos joelhos no treinamento da deambulação. Materiais: lona, velcro e barbatanas de duralumínio.
    Colar de Schanz: imobilizador da coluna cervical. Usado como imobilização provisória nas emergências e no pós-operatório de várias patologias cervicais. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Colar cervical com apoio mentoneano: bloqueia parcialmente a flexão da coluna cervical. Prescrito para o tratamento dos traumas leves ou no pós-operatório das cirurgias ortopédicas ou neurológicas da coluna cervical. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Colar de Forrester-Brown: para o tratamento coadjuvante dos traumatismos, traumas e luxações da coluna cervical, inclusive no pós-operatório de cirurgias nessa região. Promove imobilização. Cursores graduáveis permitem o controle da flexo-extensão cervical. Materiais: aço, espuma e velcro.
    Colar em polipropileno tipo minerva: promove a imobilização da coluna cervical. Usado como coadjuvante no tratamento das fraturas, luxações, traumatismos e cervicalgias. Também pode ser utilizado no pós-operatório de cirurgias de coluna cervical. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Colete milwaukee: universalmente utilizado no tratamento de escolioses, hipercifoses posturais (dorso curvo) e moléstia de Scheüermann. Confeccionado após molde em gesso. A correta colocação das almofadas permite o controle das curvas escolióticas ou da hipercifose. Materiais: duralumínio, aço inox, polipropileno, tiras e espuma.
    Milwaukee sem anel cervical: confeccionado como o modelo milwaukee, porém sem o anel cervical. Prescrito para o tratamento de escolioses torácicas baixas e lombares, com ápice de T-10 para baixo. Materiais: duralumínio, aço inox, polipropileno, tiras e espuma.
    O.T.L.S.: órtese tóraco-lombo-sacra, prescrita para o tratamento de escoloses lomnbares leves. Possui almofada pressora acoplada à cintura pélvica. Bom efeito estético. Confecção após molde em gesso. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Colete infra-axilar de Wilmington: também utilizado para o tratamento de escolioses. Formado por peça única em polipropileno. Confeccionado após molde em gesso. Bom efeito estético e funcional. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Colete infra-axilar Bivalvado: prescrito nos tratamentos das escolioses, fraturas tóraco-lombares, pós-operatório de cirurgias vertebrais e controle das instabilidades do tronco nas doenças neuro-musculares. Confeccionado após molde em gesso. Materiais: polipropileno, espuma e velcro.
    Colete de Knight: imobilização da coluna tóraco-lombar. Pode ser utilizado acoplado a uma órtese longa em pacientes com fraqueza no tronco e membros inferiores, visando ortostatismo e deambulação. Materiais: duralumínio, courvin, lona e velcro.
    Colete de Williams: tem sua indicação para pacientes com hiperlordose não estruturada, visando melhora da postura. Materiais: duralumínio, courvin, lona e velcro.
    Colete de Putti: utilizado como imobilização da coluna lombar nas lombalgias, como coadjuvante no traamento de fraturas lombares e no pós-operatório de cirurgias da coluna lombar. Materiais: lona, barbatanas de aço e velcro.
    Colete de Jewett: indicado para pacientes com postura cifótica ou portadores de fraturas da coluna torácica. Utilizando o pricípio dos 3 pontos de apoio, permite que a coluna lombar permaneça em lordose. Possui almofadas posteriores, esternal e pubiana. Materiais: duralumínio, espuma e velcro.
    Outras seções
    Colar Cervical: Noturno e Mentoniano
  • Algumas Órteses e  Respectivas Indicações

  • Prótese de Desarticulação de Punho

  • Órtese p/ Geno Valgo

  • Coletes

  • Órteses

  • Próteses